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“Eu acredito na socioeducação”

Inesc - 59 minutos 4 segundos atrás

Ravena Carmo já cumpriu medida socioeducativa no Centro de Atendimento Juvenil Especializado (Caje) e hoje retorna às unidades de internação como educadora do Projeto Vozes da Cidadania.

>>> Leia aqui a história de vida da Ravena

Para ela, são muitas as críticas feitas à socioeducação e poucas as soluções levantadas. “É nosso papel reavaliar as atuais práticas pedagógicas. Elas devem ser instrumento de reflexões em busca das transformações. A socioeducação precisa romper com a reprodução de fracasso. Para tal, é necessário que se instale políticas públicas realmente efetivas, durante e após a medida que, na minha opinião, é o mais importante - acompanhar os adolescentes  assim que eles retornam para suas casas e para sociedade.”

Leia a íntegra do discurso e da poesia de Ravena durante a Audiência Pública Para Além das Algemas, proposta pelo Inesc e realizada pela Câmara legislativa do Distrito Federal (CLDF), em setembro.

Discurso de Ravena Carmo na Audiência Pública sobre o Sistema Socioeducativo:

 

Gostaria de saudar a todos presentes e agradecer esse espaço de fala nesse debate que é tão invisibilizado.

Em primeiro lugar, gostaria de iniciar com esta fala: EU ACREDITO NA SOCIOEDUCAÇÃO, eu sou fruto da socioeducação, eu vivi a socioeducação. Felizmente, encontrei pessoas no meu caminho que também acreditam. Não poderia deixar de agradecer as direções e equipes das Unidades de Internação de São Sebastião, Recanto das Emas, Saída Sistemática e de Santa Maria.

Tive o prazer de trabalhar neste ano como educadora do Projeto Vozes da Cidadania e pude perceber o quanto são dedicados e solícitos para com suas Unidades. Obrigada pelo belo trabalho em conjunto.

Não queremos uma educação mecanicista e excludente. Buscamos inspiração em Paulo Freire: “Ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção”. Devemos mergulhar em uma educação emancipadora e que vá, de fato, transformar a vida desses jovens, e as nossas, para além das algemas.

Que todos nós que tecemos esse sistema possamos juntos e juntas construir um Projeto Político Pedagógico que dialogue com a realidade das Unidades do DF, que seja contextualizado com a realidade de cada uma, com suas especificações e seus públicos.

Mais uma vez, repito: eu acredito na socioeducação e, por mais difícil que seja, não sejamos juízes! Sejamos educadores, essa é nossa missão!

São muitas as críticas feitas à socioeducação e poucas as soluções levantadas.  Devemos cada vez mais intensificar esse debate. No entanto, não basta apenas que nós façamos essa reflexão, é necessário o envolvimento de toda a sociedade. Atualmente, nas Unidades, os sonhos profissionais dos socioeducandos são muitos!  Mas quais são as possibilidades de concretização???

Uma vez que não se tem profissionalização, preparação para saída no mundo lá fora, digo a vocês, as oficinas que fiz durante minha internação geraram renda para mim no primeiro ano pós medida, mas e agora? Com essa situação atual, estamos preparando nossos adolescentes para o quê? Deixo a reflexão para que cada um possa se responder.

É nosso papel reavaliar as atuais práticas pedagógicas. Elas devem ser instrumento de reflexões em busca das transformações. A socioeducação precisa romper com a reprodução de fracasso. Para tal, é necessário que se instale políticas públicas realmente efetivas, durante e pós a medida que, na minha opinião, é o mais importante - acompanhar os adolescentes  assim que eles retornam para suas casas e para sociedade.

A socioeducação não pode deixar de cumprir seu papel vital: reintegração, ressocialização, reflexão, jovens fora da criminalidade.

Cientes estamos de que os homens são formados pelas circunstâncias sociais, econômicas e históricas, trataremos de tornar tais circunstâncias as mais humanas possíveis, observadas as nossas limitações pessoais e profissionais. Saudações àqueles que se comprometem com a justiça social, com a ampliação da cidadania, contra todas as formas de violência e exclusão.

Estamos aqui porque encaramos um desafio que por idealismo escolhemos e por audácia desejamos enfrentar!

Experimentamos hoje o jogo da realidade, o passo que define uma trajetória histórica, um momento ímpar. Esse trajeto foi desenhado, acreditamos nós, no princípio da coragem, do eterno movimento de se reinventar enquanto sujeito social, ao mesmo tempo inserido numa engrenagem complexa e facilmente absorvido por uma formação intelectual e cultural crítica, e essa formação é a que desejamos para todo o socioeducativo.

Esses meses de experiência tão intensa me permitiram levantar alguns pontos que eu já sabia como egressa e agora tenho certeza como educadora.  Tive a oportunidade de estar próxima ao módulo feminino e notei, por exemplo, que é necessário acompanhamento ginecológico com as meninas, horários de visitas no período da tarde para quem tem filhos e irmãos pequenos, acompanhamento psicológico para quem já sofreu violência sexual, parada e transporte de ônibus próximos às Unidades, profissionalização com variedade de cursos e que de fato prepararem os adolescentes para o mercado de trabalho e acompanhamento com os egressos.

Dentre tantos outros que poderia citar, julgo aqui esses como os mais importantes, o primeiro passo a ser dado.

Agradeço a oportunidade de estar aqui não só como egressa, mas de estar aqui contribuindo como pesquisadora e educadora, como quem acredita na socioeducação!

Finalizo com poesia:

Como falar em socioeducação
Sem educação
Falta humanização
Situação precária
Mas não pode falar
Que é carcerária
Profissionalização?
Aqui não
Saidão
Evasão
Solidão
Ouvi o mano dizer que não...
Queria morrer na porta da Unidade de Internação
Recanto, Santa Maria, Planaltina, São Sebastião
Não tem linha de ônibus
Não tem busão
Mães sofridas, mas aguerridas
Pontualmente no domingo
Com a cobal na mão
Cinza, tudo cinza
Grade, parede, saudade
O concreto é realidade
Enxuga as lágrimas que são
As únicas que aqui tem liberdade
Pra escorrer
E não morrer
Pra não padecer
Pra não perecer
Jovens e adolescentes
Como vontade de viver
Sem ter pra onde correr
Professora
Se eu não matar
Vou morrer
Violência que não se encerra
No sócio educativo (?)
Enquanto esse ciclo não se finda
Continuamos a ver nos jornais policialescos e mídias
Que adolescentes perderam suas vidas!

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Em Jornada de Lutas, Sem Terra ocupam Terracap em Brasília

MST - 2 horas 40 minutos atrás
Entre as principais reivindicações estão a efetivação do assentamento Roseli Nunes e do assentamento 8 de março, além da imediata perícia da área e a implementação do Projeto de Desenvolvimento Sustentável.
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Sem Terra ocupam Incra no Ceará

MST - 3 horas 21 segundos atrás
Os trabalhadores denunciam principalmente a retirada de direitos, o retrocesso que é a Reforma da Previdência Rural e o bloqueio da Reforma Agrária.
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MST ocupa Incra em Porto Alegre e exige recomposição do Orçamento de 2018 para a Reforma Agrária

MST - 3 horas 3 minutos atrás
Cerca de 1,5 mil trabalhadores assentados e acampados participam da mobilização, que faz parte da Jornada Nacional de Luta pela Reforma Agrária.
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São Paulo: Incra ocupado em Jornada Nacional

MST - 3 horas 12 minutos atrás
Com o bloqueio da Reforma Agrária e a quase total interrupção das políticas públicas, a produção de alimentos saudáveis e a renda das famílias está sob sério risco.
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MST ocupa Ministério do Planejamento e denuncia desmonte da Reforma Agrária

MST - 3 horas 27 minutos atrás
Os trabalhadores querem o descontingenciado do orçamento de 2017 e a recomposição para o de 2018.
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Contra cortes na Reforma Agrária e por alimentação saudável, MST se mobiliza em Jornada Nacional

MST - seg, 16/10/2017 - 22:55
A Jornada Nacional de Lutas de Outubro já mobiliza cerca de dez mil militantes em nove estados e no Distrito Federal.
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Na PB, ocupação do INCRA dá início à Jornada Nacional em Defesa da Reforma Agrária

MST - seg, 16/10/2017 - 15:42
As mobilizações são parte da Jornada de Nacional de Lutas que acontece em resposta aos constantes ataques à classe trabalhadora em nosso país
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Estudo da UNICEF aponta recorde de homicídios de adolescentes

Inesc - seg, 16/10/2017 - 15:35

Na semana passada, a Unicef apresentou um estudo com dados alarmantes sobre o homicídio de adolescentes. A crescente desigualdade e a criminalização dessa faixa etária tornam os jovens de até 19 anos um dos grupos mais suscetíveis a homicídios, atrás apenas dos jovens adultos entre 19 e 29 anos.

De acordo com a pesquisa, em países menos violentos, o IHA (Índice de Homicídios de Adolescentes) é zero ou próximo de zero, enquanto que no Brasil a média é de 3,14 por grupo de 100 mil habitantes. O Nordeste é a região mais vulnerável, concentrando sete das dez capitais brasileiras mais perigosas para a juventude.

A maior parte desses adolescentes mortos pela violência são homens, negros, e periféricos - o que sugere que as desigualdades contribuem sobremaneira para este quadro, de acordo com a análise de Cleo Manhas, assessora política do Inesc.

Para ela, o imaginário popular brasileiro de um povo “pacífico” e “cordial” cai por terra diante dos números apresentados na pesquisa.  “Mata-se mais nessas terras do que em muitas terras que estão em guerra civil declarada”, observou. “O Brasil vivencia cotidianamente o genocídio de adolescentes e jovens negros. E ainda dizem que somos o país do futuro”, concluiu.

O estudo alerta que, se as condições que prevaleciam em 2014 não mudarem, 43 mil adolescentes poderão ser mortos, entre 2015 e 2021, nos 300 municípios analisados. A estimativa diz respeito somente às cidades com mais de 100 mil habitantes.

>>> Acesso o relatório sobre 2014 clicando aqui <<<

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Sem Terra ocupam latifúndio improdutivo no MT

MST - seg, 16/10/2017 - 13:49
A propriedade improdutiva que já foi vistoriada pelo Incra para fins de Reforma Agrária segue sendo alvo de disputa há mais de 10 anos
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FNDC promove semana para denunciar violações à liberdade de expressão

MST - seg, 16/10/2017 - 11:34
Confira aqui a programação! Atividades acontecem entre os dias 15 e 21 de outubro.
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Sem Terra iniciam Jornada de Lutas com ocupação na capital e no interior da Bahia

MST - seg, 16/10/2017 - 11:21
As ações fazem parte da Jornada Nacional de Lutas em defesa da Reforma Agrária, que mobiliza milhares de famílias Sem Terra em todo Brasil.
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Ocupação do Incra e do Ministério da Fazenda inicia jornada de lutas em Alagoas

MST - seg, 16/10/2017 - 11:08
Em todo o país, trabalhadores Sem Terra estão mobilizados em defesa da Reforma Agrária.
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No Extremo Sul baiano, Sem Terra é assassinado em casa no Assentamento Cruz do Ouro

MST - seg, 16/10/2017 - 10:48
Um inquérito policial está sendo aberto para averiguar os motivos da execução, desconhecido pelos familiares, amigos e pela Direção do MST na região.
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Bela Gil : "Agroecologia é a única forma de comida sem veneno no prato de todo mundo"

MST - seg, 16/10/2017 - 10:42
Apresentadora e chef de cozinha natural comenta sobre os efeitos nocivos dos agrotóxicos.
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Ocupação em Goiás da início à Jornada Nacional em Defesa da Reforma Agrária

MST - dom, 15/10/2017 - 13:18
Cerca de 300 famílias Sem Terra ocuparam um latifúndio improdutivo em Cocalzinho, na madrugada deste domingo (15)
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A “farinata” do Doria: armadilha de soluções fáceis, preconceituosas e ineficientes

Inesc - dom, 15/10/2017 - 12:40

Por Nathalie Beghin, coodenadora da Assessoria Política do Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc).

Desde o final dos anos 1980, celebramos mundialmente o Dia da Alimentação em 16 de outubro – data que corresponde à criação da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), em 1945. De acordo com a Declaração Universal dos Direitos Humanos e a nossa Constituição, todos os seres humanos têm direito à alimentação.

Aqui no Brasil, infelizmente, não temos muito que celebrar. A fome, que tínhamos eliminado, volta a nos rondar. Cresce o número de pessoas que não se alimentam adequadamente. O desemprego, os salários baixos, os cortes nas políticas sociais, a retração dos investimentos e os ataques às terras e territórios dos agricultores familiares, dos povos indígenas e dos povos e comunidades tradicionais fazem com que milhões de pessoas tenham suas condições de vida precarizadas. Ao invés de irmos para frente, estamos caminhando para trás.

Não é por outra razão que passamos vexame no cenário internacional: “levamos pito” de laureados de Prêmio Nobel e de Relatores Independentes de Direitos Humanos e de Erradicação da Extrema Pobreza, da Organização das Nações Unidas (ONU) e da Organização dos Estados Americanos (OEA).

A esse cenário bastante assustador soma-se o pesadelo das falsas soluções, daquelas “para inglês ver”, ou seja, “para efeito de aparência, sem validez”, segundo definição do Houaiss. O exemplo emblemático é o da “farinata” do João Doria, prefeito de São Paulo. Trata-se de composto preparado a partir de alimentos próximos do vencimento para ser distribuído aos pobres. Proposta por instituição pouco transparente – pois pelo seu site não se consegue saber o que é e quem a sustenta – a Plataforma Sinergia, essa ração para os desvalidos, revela o caráter preconceituoso e fascizante daqueles que pregam sua distribuição. Vejamos por quê.

Dizem seus propagandistas que a “farinata” elimina o desperdício, pois recicla alimentos que seriam jogados fora; reduz custos, porque diminui as despesas do setor privado, bem como os gastos do setor público; combate à fome, uma vez que alimenta aqueles que nada ou pouco tem para comer. Contudo, esses argumentos não se sustentam. Nossa própria experiência em políticas públicas de alimentação e nutrição os desconstrói.

Já tivemos outras “farinatas”, variações sobre o mesmo tema. Este foi o caso, por exemplo, dos alimentos formulados distribuídos por intermédio do Programa Nacional de Alimentação Escolar – PNAE, conhecido como “merenda escolar”. Célebre auditoria minuciosamente realizada pelo Tribunal de Contas da União nos anos de 1990 revelou a falácia dos formulados, pois eram rejeitados pelos alunos, seu custo para o erário público era exorbitante, resultado da cartelização das indústrias do setor e de práticas de corrupção. Em decorrência desses absurdos, deu-se a grande guinada no PNAE, que foi a valorização dos alimentos in natura, aqueles oriundos da agricultura familiar e que respeitam os hábitos alimentares dos estudantes. De lá para cá, estudos científicos, nacionais e internacionais, vêm comprovando a centralidade dos alimentos não processados ou pouco processados para a saúde da população.

A nossa experiência também tem demonstrado que a forma mais eficiente de eliminar a fome é por meio de uma atuação intersetorial do Estado: somente a articulação e a integração de políticas públicas de alimentação e nutrição, de saúde, de educação, de transferência de renda e de geração de emprego – associadas a ações de acesso à terra, territórios e crédito para os produtores familiares, indígenas e tradicionais - são capazes de debelar a insegurança alimentar. Foi isso que o Brasil fez nos últimos anos e como resultado saiu do Mapa da Fome das Nações Unidas em 2014. Não existem soluções milagrosas: a distribuição de uma ração elaborada a partir de restos de comida além de não resolver o problema é um desrespeito profundo à dignidade das pessoas mais pobres.

Pensávamos que a era das respostas fáceis, falaciosas e em geral lideradas por empresas do setor alimentício – não podemos esquecer que a dirigente da Plataforma Sinergia já foi da Monsanto, um gigante do setor - tivessem sido superadas. Vê-se que não. O projeto do prefeito Dória é mais uma ação midiática que revela, novamente, sua visão preconceituosa e discriminatória em relação aos vulneráveis – para eles, os "restos".

Urge acabar com essas bravatas. Sabemos que a promoção da alimentação adequada e saudável para todos, pobres e ricos, mulheres e homens, negros e brancos, requer a produção de alimentos em base familiar e agroecológica, livre de transgênicos e de agrotóxicos, que respeite nossos saberes e práticas alimentares bem como a nossa sociobiodiversidade. Uma alimentação diversa, colorida e saborosa, degustada com aqueles e aquelas que amamos. Digamos não à farinata!

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​Famílias Sem Terra realizaram duas ocupações em Santa Catarina

MST - sab, 14/10/2017 - 16:46
Ocupações aconteceram no último dia 11, simultaneamente, nos municípios de Calmon e Doutor Pedrinho.
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Sem Terrinhas do Espírito Santo se preparam para Encontro Nacional

MST - sab, 14/10/2017 - 16:09
Mais de mil crianças participam dos encontros regionais em todo o estado.
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Justiça manda prender novamente policial que matou Sem Terra no RS

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Tribunal de Justiça julgou mérito de habeas corpus e cassou liminar que deu liberdade ao policial militar Alexandre Curto dos Santos.
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