Foi lançado em Londres o Relatório "Qual o mundo que nós queremos ver?: perspectivas pós-2015" com a participação de 17 parceiros de Christian Aid de vários países. Original (em inglês) aqui.

Confira a segunda edição do Radar AIN. Os principais destaques são:
Protestos destacam protagonismo da juventude brasileira pelo direito à cidade
Mobilização contra falta de transparência no debate sobre novo Código de Mineração
Dois encontros da sociedade civil aprofundam mobilização sobre o monitoramento dos impactos do petróleo
Angola e Brasil compartilham experiências sobre impactos do petróleo

Blog registra atos do movimento. Leia a Carta da Ocupação Número 1. Para mais, acesse: http://ocupacaobelomonte.wordpress.com/

 

Nós, reunidas e reunidos na Assembleia de Movimentos Sociais, realizada em Túnis durante o Fórum Social Mundial 2013, afirmamos o contributo fundamental dos povos do Magrebe-Maxereque (desde a África do Norte até o Oriente Médio) na construção da civilização humana. Afirmamos que a descolonização dos povos oprimidos é um grande desafio para os movimentos sociais do mundo inteiro.

Terminado o processo eleitoral, temos muito o que pensar. Qual a democracia que nós temos? É esta a democracia que queremos? As eleições permitiram a manifestação da vontade do/a eleitor/a e produziram um resultado, no conjunto do país, bastante diversificado. Novas lideranças surgiram, outras foram confirmadas, partidos que já tiveram peso começam a definhar: os vários balanços das eleições já publicados apontam o avanço ou recuo de cada partido, cada liderança. Nossa preocupação aqui é outra. Que conclusões podemos tirar sobre a democracia que temos? Leia o Informes Abong.

Brazil has gained a prominent role in this scenario not only due to its status as a “global power”, but also because it has become both a recipient and a provider of official international cooperation. Consequently, some actors believe that Brazil does not need external aid any longer, as it is now provided with sufficient resources to tackle its problems on its own. However, others have the opposite perception: they believe that their continued presence in Brazil is strategic to influence global governance and contribute to preserving a multipolar balance in power relations. Brazil is provided with key natural resources and political weight, and its participation in the global debate on universal access to common goods is therefore essential. Read more... 

Entre 27 e 28 de setembro, foi realizado, em Santiago do Chile, o VI Fórum de Organizações da Sociedade Civil da Europa América Latina e Caribe, que pediu “Uma mudança de curso” e o fortalecimento das relações entre a sociedade civil latino-americana e a europeia.

O livro é uma contribuição da Rede Brasil sobre Instituições Financeiras Multilaterais ao debate sobre a atuação e as políticas socioambientais do BNDES, valendose de quase duas décadas de articulação nacional e luta contrahegemônica no campo do monitoramento critico das Instituições Financeiras Multilaterais como o FMI e Banco Mundial, valorizando as experiências desenvolvidas pelos seus membros frente aos projetos e políticas destas instituições.

"Ambientalização dos Bancos e Financeirização da Natureza” é organizado por João Roberto L. Pinto.

Por iniciativa da agencia britânica Christian Aid, a publicação “O BRASIL REAL - desigualdade para além dos indicadores” reexamina indicadores de pobreza e desenvolvimento no Brasil. Para os autores, o padrão de desenvolvimento adotado pode assegurar crescimento econômico e até ampliação das transferências de renda, mas não se mostra eficiente para enfrentar o persistente abismo da desigualdade.

O estudo é resultado de uma cooperação frutífera que se efetivou através da parceria entre o IBASE e o “Brot für die Welt” (Pão para o Mundo) realizada entre setembro de 2011 e abril de 2012.