Quando o debate público para a elaboração da 3ª edição do Programa Nacional de Direitos Humanos estava a caminho, em 2009, ocorreu a inclusão de um sexto “eixo orientador” – o Direito à Memória e à Verdade. Ironicamente, quase caiu no esquecimento.

Estamos em pleno processo eleitoral, em que alguns participam ativamente, outros negam a sua importância e a grande maioria apenas vota porque é obrigado.

 

A Rio+20 acabou e também a Cúpula dos Povos, mas seus resultados foram muito diferentes. Leia editorial do Informes Abong especial.

Neste artigo, pretendo falar sobre o trabalho atual do PAD, oferecendo um panorama sobre a sua atuação no Brasil, enquanto rede que congrega organizações da sociedade civil e agências de cooperação ecumênicas, me diálogo por direitos humanos e desenvolvimento no país. Por Julia Esther Castro.

"Análises revelam que os ruralistas não possuem a força que a mídia e os adversários lhe emprestam. É um grupo que não sobrevive por si próprio e depende da necessária articulação para se colocar com um setor imbátivel, utilizando arrogância e poder patriarcal", afirma assessor político do Inesc, Edélcio Vigna.

Por mais contradições latentes que desperte [o debate sobre a Anistia], devemos enfrentá-lo coletivamente, pois está em jogo uma espécie de concertação sobre a nossa história passada, para que possamos sonhar com outro futuro desejável para nossos filhos e netos e pensar o que devemos fazer no presente para torná-lo possível.  Por Cândido Grzybowski, do Ibase.

A intensidade e a qualidade do diálogo entre distintos setores de uma sociedade caracterizam seu “capital social”. Os diálogos se manifestam em parcerias e também em momentos de confronto, convergências e divergências que dão régua e compasso à construção do espaço público.


A humanidade está hoje na direção da não-sustentabilidade, caminhando rapidamente para tornar a Terra inabitável. Por Ivo Lesbaupin, integrante da diretoria executiva da Abong.

A crise capitalista, com intensidades e formas variadas, é mundial no seu impacto. As promessas da globalização estão ruindo como um castelo de cartas. Aliás, não há melhor imagem para definir o desastre que a do “cassino global”, de uma economia operando segundo a lógica da financeirização, que domina a vida real de povos inteiros... por  Cândido Grzybowski, Sociólogo e diretor do Ibase.

Es ya un lugar común en los análisis sobre la evolución de la Cooperación Internacional al Desarrollo (CID) la repetida constatación de la creciente pérdida de relevancia de América Latina (AL) como receptora de los fondos que destinan a esos efectos los donantes, tanto públicos como privados.  En las nuevas prioridades de la CID, América Latina ocupa un lugar cada vez más relegado y varios de sus países hace tiempo ya que no son considerados como prioritarios para la cooperación. Distintas razones -algunas asociadas a la trayectoria de la propia región y otras exógenas, propias de los países tradicionalmente donantes y de otras regiones del mundo-, se han sumado para producir tal tendencia.